Ato de aprender: individual ou coletivo, cognitivo ou moral?

Maristela Trentini, Maria Alice Bampi

Resumo


Este artigo tem o propósito de realizar um diálogo entre o ato de aprender individual ou coletivo, cognitivo ou moral. Para tanto, foi necessário pesquisar sobre definições do ato de aprender, quando ele se dá individualmente, coletivamente? Em que momento o cognitivo e o moral se entrelaçam ou se afastam. Dessa forma, apresentamos e fundamentamos nas teorias desenvolvidas por Jean Piaget e Jorge Visca, idealizadas na busca incessante de mudanças significativas e urgentes no trabalho de intervenção psicopedagógico para estudantes que apresentam dificuldades de aprendizagem.  Essa discussão teve como base os estudos de PAPALIA (1981), PIAGET (2005), TROCMÉ-FABRE (2010), VISCA (1987) A metodologia adota foi estudo de caso com um menino de 12 anos.  As análises de dados podem considerar que: O processo de aprendizagem pode ser prazeroso, eficaz e positivo, mas, por outro lado, o inverso pode ocorrer, e o aprender torna-se uma dificuldade e um desprazer.

Palavras-chave


Aprender; indivíduo; coletivo; cognitivo; moral

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